terça-feira, 24 de abril de 2012


Com o aumento dos meios de comunicação e o acesso instantâneo ao status das pessoas por meio de tablets ou dispositivos móveis, hoje o a rede social Facebook está no topo do ranking de vícios digitais e não por acaso, um número cada vez maior de pessoas busca ajuda médica para tratar esse vício.
Um levantamento realizado pela Internet Time Machine empresa que pesquisa tendências na internet, mostrou que a dependência do Facebook é um dos assuntos mais procurados, ficando acima das pesquisas sobre vício de sexo ou de cigarro. As principais vítimas são aquelas de personalidade aditiva, caracterizadas por se viciarem a hábitos específicos e poderem vir a ter crises de abstinência caso a privem de suas “manias”.
Um estudo realizado pela Universidade do Oeste de Illinois, EUA, revela que há uma relação direta entre o uso de redes sociais e comportamentos típicos de narcisismo. Na internet, o exibicionismo assume similaridades aos do mundo real: Vaidade, mania da superioridade e exibicionismo são as características mais frequentes de autopromoção do Facebook.
Essa exposição exagerada pode ser vista segundo a segundo, por aqueles que postam sua localização a cada passo, em fotos tiradas e postadas no mesmo segundo, contando com quem estamos e o quê estamos fazendo assim como as fotos de momentos de nossas vidas nem sempre tão interessantes aos olhos de quem às vê, mas que suprem à necessidade narcisista de quem as postou.
Não é nada anormal, atualmente, estarmos sentados em uma mesa de bar, o que seria a princípio um encontro de amigos, que querem conversar e se verem fisicamente, todos mexendo em seus celulares e postando fotos daquele momento que deveria ser como antes dito, um encontro físico, real, onde essa superficialidade virtual deveria ser quebrada.
Queremos mostrar nosso animal de estimação, nossas viagens, nossos medos, nossas qualidades, nossas opiniões (ou pelo menos fingir que temos uma) e tudo mais que aparentemente nos ajude a construir a imagem que queremos exibir para aqueles que fazem parte de nosso círculo.
Os simples encontros numa mesa de bar podem estar perdendo seu real valor social, a conversa olho no olho e a naturalidade que o ao vivo exige, parece estar entrando em extinção para alguns grupos. 


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Os bons são a maioria - Comercial Coca-Cola!


Em 2011, a Coca-Cola celebrou seus 125 anos com a proposta de apresentar razões para acreditar. A mensagem é destaque na assinatura do filme: “Existem razões para acreditar. Os bons são maioria. Coca-Cola, 125 anos abrindo felicidade”.A Coca-Cola sempre inova em seus comerciais e favorece o lado bom da vida, a campanha global “Viva o lado Coca-Cola da vida” da marca, inspira as pessoas a uma abordagem otimista. A campanha é arrojada em forma e conteúdo, atraindo diversos públicos e conceituando pontos positivos na mente das pessoas perante a marca.Este novo comercial é maravilhoso, emociona qualquer pessoa que o assiste, transmitindo fatores otimistas e dizendo que o mundo ainda tem coisas boas e esperançosas para nós, a música em que as crianças de um determinado coral cantam é do Oasis, chamada Whatever. Há versões diferentes do comercial, dependendo do país e do idioma, porém a versão com a música Whatever é sempre a mesma. No Brasil incluíram uma imagem e uma citação sobre a reciclagem das latas de alumínio pelo fato do Brasil ser um país com a maior quantia de lixo reciclado.Arrepiem-se e assistam ao vídeo, vale a pena!



terça-feira, 17 de abril de 2012

Comercial Proibido da Hyundai

Veloster, um dos mais novos carros lançados pela Hyundai, teve seu comercial vetado na Holanda. O comercial, que tem o intuito de mostrar as vantagens de se ter um carro com apenas três portas (duas na parte da frente e uma do lado direito na parte de trás), é dividido em duas partes. A primeira mostra o atropelamento de uma mulher ao sair de um carro pela porta esquerda de trás. Na segunda, o atropelamento é evitado porque ela sai pela porta traseira direita do Veloster.
De acordo com a mídia local, o comercial é forte, violento e macabro por mostrar o atropelamento da mulher e também por aparecer a “Morte”. Muitos acharam desnecessária a proibição do comercial, já que atropelamentos e mortes estão presentes na televisão, através de novelas e filmes.
Na primeira vez em que vi o vídeo, realmente o achei forte e beeeem macabro, mas concordo com ambas as partes. Tanto com aqueles que acharam desnecessária a proibição, porque realmente vemos isso diariamente nos filmes e nas novelas, principalmente aqui no Brasil, quanto com a mídia local, pois o comercial causa impacto e não podemos controlar quando ele será exibido e quem vai assisti-lo, ao contrário dos filmes e das novelas, que sabemos o horário e se não quisermos assistir ou que alguém assista, é só mudar o canal.
E vocês, depois de assistirem ao vídeo, acham que ele realmente deveria ter sido proibido?